A luminária Fissura vem do encontro de Jacqueline Terpins com a visão oriental sobre a presença e ausência de luz.
Uma linha estreita e pouco profunda, rasga o volume elíptico que se divide. Duas elipses se contrastam em luz e sombra, translúcido e opaco, em um movimento linear de antítese e síntese.
A sombra é representada pela madeira como elemento de penumbra, de quietude, que revela a luz em contraposição à sombra; já a luz, por um ensaio de subversão de uma cúpula tradicional.
Um volume puro, com menos interferência possível, como se ele fosse a própria fonte de luz, como um lampião.